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SERIE LOS 3 TENORES DEL FUTURO

Siguen algunos trechos de la entrevista realizada por òpera Magazine de Holanda, como parte de uma serie de 3 entrevistas sobre los tenores del futuro a Gastón Rivero.

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En la tierra de la ópera son los focos simepre se centraron en las prima donnas. Pero el “primo uomo” está llegando a un cercano segundo lugar. Con sus altas notas y papeles heroicos que tienen un estatus especial dentro y fuera de los teatros de ópera. ¿Quiénes son los “primo uomo” del futuro? En la tercera parte de la serie, entrevistamos a Gastón Rivero.

¿Quién es Gastón Rivero?

… Cuando adolescente descubrió que él también tenía un as en la manga en el área vocal y comenzó a tomar clases de canto. A los dieciséis años, estudió en el conservatorio nacional de música de Buenos Aires, y a los veinte se trasladó a Nueva York para perfeccionar su canto….
… Mientras tanto, el nombre de Gastón Rivero está cada vez más firmemente establecido en los principales teatros de ópera, como por ejemplo el Deutsche Oper de Berlín y Leipzig Oper…
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Viena es su casa?
“Mi casa es Nueva York. Ya que mi esposa vive allí. En Europa, mi base está en Leipzig. Donde cada año tengo por lo menos diez actuaciones. Pero la mayor parte de mi tiempo estoy en en trásnito. El año pasado estuve solo 29 días en Nueva York. ”
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En Nueva York se conocieron Eugene Kohn. ¿Cómo te ha ayudado?
“Comenzó con toda una ópera que tenía que ensayar con él, en tres o cuatro días. Luego nos hicimos amigos. En forma casi militar, comenzó a entrenarme…
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¿Tiene un papel favorito?
“Radames de Adia . Por supuesto. Él tiene una mentalidad tan ingenua. Sus sentimientos son sinceros, pero está confundido. Puedo identificarme bien con él. Y “Celeste Aida” es una de las más bellas melodías que he cantado. Otello es también un favorito. He estado cantando desde mi infancia ese papel…”

 

PARA LEER MÁS VISITE EL LINK:  http://www.operamagazine.nl/headline/22970/tenoren-van-de-toekomst-gaston-rivero

 

 

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AGOSTO – MACBETH EN EL SOLÍS DE MONTEVIDEO

solis

“Macbeth” de Giuseppe Verdi
16, 17, 19, 21 y 23 de agosto

Macbeth, es un gran desafío y una gran alegría.
A nivel visual, la puesta genera grandes contrastes entre elementos en color y un negro infinito. No creo importante, en una versión contemporánea, precisar un período histórico: “el drama humano y la ambición son atemporales”…
Las pasiones, el deseo de poder, de inmortalidad, son mucho de los motivos de casi todos en las óperas. En ésta particularmente, tenemos una verdadera batalla por el trono real; un gran y peligroso “juego de sillas” (…)

Y aparte de las sillas, algunos pocos elementos en color creando un fuerte contraste visual, un gran juego de emociones, vida y muerte.
André Heller, Director de Escena de Macbeth

 

Ficha técnica:

Dirección Musical                                Mtro. Carlos Vieu (Arg)
Dirección de Escena                            Mtro. André Heller Lopes (Bra)
Diseño de Escenografía                       Mtro. André Heller Lopes
Diseño de Vestuario                            Johanna Bresque
Diseño de Iluminación                         Gastón Alejandro Alhadeff
Dirección del Coro Nacional del SODRE  Esteban Louise Aineceder

 

Elencos:

Macbeth                 Darío Solari (16, 19 y 23)
Federico Sanguinetti (17 y 21)
Lady Macbeth          Elizabeth Blancke Biggs (Usa) (16, 21 y 23)
Eiko Senda (Jap) (17 y 19)
Banquo                   Alexander Teliga (Pol) (16, 19 y 23)
Ariel Cazes (17 y 21)
Macduff                  Gastón Rivero (16, 17, 19 y 21)
Gerardo Marandino (23)
Malcolm                  Gerardo Marandino (16, 17, 19 y 21)


GASTÓN RIVERO: ÓPERA, VOZ, TALENTO

GR

O internacionalmente reconhecido cantor Gastón Rivero está se tornando rapidamente um dos maiores tenores da sua geração.

Seu primeiro mentor foi o renomado diretor de orquestra Eugene Kohn, que reconheceu seu talento e ajudou a lançar sua carreira.

Nascido em Montevidéu, Uruguai, de ascendência portuguesa e com família fincada há anos no Brasil, Gastón, comenta sua vontade de se apresentar nos palcos de Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus.

Tive a oportunidade de encontrá-lo em no sul da Itália onde está se preparando para a apresentação da ópera Nabucco, e gentilmente nos concedeu a seguinte entrevista.

OE. Sabemos que você é um dos jovens tenores desta nova geração, muito conhecido na Europa. Você nasceu em Uruguai, foi criado em Buenos Aires e grande parte da tua família é brasileira, porém ainda não cantou nestes lugares…

Gastón Rivero. Não é bem assim. Durante a temporada de 2011 interpretei o role de Turidu na produção de Montevidéu de Cavalleria Rusticana. Foi um momento muito especial que marcou minha estréia na América do Sul. Para um cantante internacional que tem a oportunidade de visitar seus origens a cada dois ou três anos, poder cantar em Brasil, Argentina ou Uruguai é muito importante e uma grande responsabilidade pois canta para os seus, aqueles que o conhecem desde criança, no seu início.

OE. Onde você fez sua estréia?

Gastón Rivero. Minhas primeiras experiências quanto profissional foram em Broadway quando o diretor de cinema Buz Luhrmann fez a sua produção de La Bohème. Ele me treinou pessoalmente na área da atuação, e a partir desse momento tive a oportunidade de começar a viver como cantante de ópera.

OE. Alguma lembrança em particular sobre essa experiência?

Gastón Rivero. Bom, tudo era novo para mim. Trabalhar com Baz Lurhmann, conhecido pelo Moulin Rouge, foi maravilhoso. Lembro também que quase sempre tinha algum ator de Hollywood no teatro. Encontrei com Nicole Kidman, Jim Carrey, e tive a grande surpresa de contar no auditório e nos bastidores após minha primeira apresentação, com a presença de Andrew Lloyd Webber.

OE. Voltaria a Broadway?

Gastón Rivero. Não, pertenço ao Teatro de Ópera. Para mim, como cantante de ópera e grande admirador de Caruso, Gigli, Del Monáco, Bergonzi, Carreras, Corelli y Pavarotti é impensado cantar ópera com microfone. É como correr uma maratona de bicicleta. O esforço e a boa técnica são demonstrados nos teatros sem amplificação. É neles que se mostram as coisas fantásticas que a voz humana pode chegar a fazer, claro, se você conta com o presente de Deus e um bom professor.

0057_OPER_LEIPZIG_Tosca_Gaston_Rivero_Foto_Copyright_by_Andreas_Birkigt

Gastón Rivero como Mario Cavaradossi na produção de Tosca de 
Michiel Dijkema – OPER LEIPZIG
@Copyright Andreas Birkigt Photograph

Nabucco no Massimo

Dividimos com vocês, de primeira mão, o video official dos melhores momentos da Òpera Nabucco, apresentada entre os dias 22 e 28 de març0 no Teatro Massimo, Palermo – Itália.

Direção: Renato Palumbo. Regie: Saverio Marconi.

No elenco, destaque para o tenor Gastón Rivero no papel de Ismaele e para a soprano Anna Pirozzi no papel de Abigail.

 


Nabucco no Teatro Massimo

Estreia hoje no Teatro Massimo da Itália, a ópera de Giuseppe Verdi, Nabucco.

Nabucco é uma ópera em quatro atos. A ação da mesma conta a história do rei Nabucodonosor da Babilônia. Foi escrita durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por meio da várias analogias, suscitou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato (Va, pensiero, sull’ali dorate, “Vai, pensamento, sobre asas douradas”) tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época. Foi estreada, a 9 de março de 1842, no Teatro alla Scala de Milão.
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Direção: Renato Palumbo
Régie: Saverio Marconi

Elenco

Nabucco George Gagnidze (22, 24, 26, 28)
Devid Cecconi (23, 27)
Ismaele Gaston Rivero (22, 24, 26, 28)
Giulio Pelligra (23, 27)
Zaccaria Luiz-Ottavio Faria (22, 24, 26, 28)
Michail Ryssov (23, 27)
Abigaille Anna Pirozzi (22, 24, 26, 28)
Maria Billeri (23, 27)
Fenena Annalisa Stroppa
Anna Stefania Abbondi
Gran sacerdote di Belo Manrico Signorini
Abdallo Mario Bolognesi
Orchestra e Coro del Teatro Massimo
Maestro del Coro Piero Monti

Para mais informações visite:  http://www.teatromassimo.it/stagione/op03Nabucco.php


Radamés na voz de Gastón Rivero

Bela aria, bela voz.


COSTUME DESIGNER

Algumas amostras do trabalho inovador da vestuarista alemã Ute Lindenberg.
Enjoy!!!


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