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images   El 16 de agosto abre la temporada de òpera del Solís, Macbeth de Verdi, La dirección musical estará a cargo del maestro argentino Carlos Vieu, mientras que la dirección de escena va por cuenta del artista brasileño André Heller Lopes, quien también se encargará de la escenografía. El rol de Macbeth lo encarnará Darío Solari en el primer elenco, y Federico Sanguinetti. Lady Macbeth lo hará la artista norteamericana  y también Eiko Senda. Alexander Teliga, Ariel Cazes, Gastón Rivero, Gerardo Marandino y otros fueron sumados a uno u otro elenco.

 

El lunes 9 de septiembre será la primera función de Falstaff, también de Verdi, que dará dos representaciones más, el miércoles 11 y jueves 12, bajo dirección musical de Martín Lebel, y escenificación de Alejandro Chacón. El título, que contará con escenografía de Osvaldo Reyno y vestuario de Adán Martínez, tendrá entre sus protagonistas a Fernando Barabino, Federico Sanguinetti, Sandra Silvera, Laura Delogu, Mariella Nocetti, Raquel Pierotti y Darío Schmunck.

 

En diciembre se desvelará una gran expectativa, cuando el jueves 12 estrene Il Duce, de Federico García Vigil. El espectáculo irá luego del estreno el viernes 13, sábado 14, lunes 16, martes 17 y miércoles 18 del mismo mes. La dirección musical estará a cargo del propio García Vigil, mientras que de la dirección de escena se encarga el artista italiano Massimo Pezzutti.

 

Las entradas y abonos para estos espectáculos se pondrán a la venta en breve, en Red UTS y en el Teatro Solís.

 

 

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TEMPORADA 2013 DEL TEATRO SOLIS

 

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El 16 de agosto abre la temporada de òpera del Solís, Macbeth de Verdi, La dirección musical estará a cargo del maestro argentino Carlos Vieu, mientras que la dirección de escena va por cuenta del artista brasileño André Heller Lopes, quien también se encargará de la escenografía. El rol de Macbeth lo encarnará Darío Solari en el primer elenco, y Federico Sanguinetti. Lady Macbeth lo hará la artista norteamericana

 

y también Eiko Senda. Alexander Teliga, Ariel Cazes, Gastón Rivero, Gerardo Marandino y otros fueron sumados a uno u otro elenco.

 

El lunes 9 de septiembre será la primera función de Falstaff, también de Verdi, que dará dos representaciones más, el miércoles 11 y jueves 12, bajo dirección musical de Martín Lebel, y escenificación de Alejandro Chacón. El título, que contará con escenografía de Osvaldo Reyno y vestuario de Adán Martínez, tendrá entre sus protagonistas a Fernando Barabino, Federico Sanguinetti, Sandra Silvera, Laura Delogu, Mariella Nocetti, Raquel Pierotti y Darío Schmunck.

 

En diciembre se desvelará una gran expectativa, cuando el jueves 12 estrene Il Duce, de Federico García Vigil. El espectáculo irá luego del estreno el viernes 13, sábado 14, lunes 16, martes 17 y miércoles 18 del mismo mes. La dirección musical estará a cargo del propio García Vigil, mientras que de la dirección de escena se encarga el artista italiano Massimo Pezzutti.

 

Las entradas y abonos para estos espectáculos se pondrán a la venta en breve, en Red UTS y en el Teatro Solís.

 

 


Anna Smirnova, uma mezzo de voz cativante


GASTÓN RIVERO: ÓPERA, VOZ, TALENTO

GR

O internacionalmente reconhecido cantor Gastón Rivero está se tornando rapidamente um dos maiores tenores da sua geração.

Seu primeiro mentor foi o renomado diretor de orquestra Eugene Kohn, que reconheceu seu talento e ajudou a lançar sua carreira.

Nascido em Montevidéu, Uruguai, de ascendência portuguesa e com família fincada há anos no Brasil, Gastón, comenta sua vontade de se apresentar nos palcos de Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus.

Tive a oportunidade de encontrá-lo em no sul da Itália onde está se preparando para a apresentação da ópera Nabucco, e gentilmente nos concedeu a seguinte entrevista.

OE. Sabemos que você é um dos jovens tenores desta nova geração, muito conhecido na Europa. Você nasceu em Uruguai, foi criado em Buenos Aires e grande parte da tua família é brasileira, porém ainda não cantou nestes lugares…

Gastón Rivero. Não é bem assim. Durante a temporada de 2011 interpretei o role de Turidu na produção de Montevidéu de Cavalleria Rusticana. Foi um momento muito especial que marcou minha estréia na América do Sul. Para um cantante internacional que tem a oportunidade de visitar seus origens a cada dois ou três anos, poder cantar em Brasil, Argentina ou Uruguai é muito importante e uma grande responsabilidade pois canta para os seus, aqueles que o conhecem desde criança, no seu início.

OE. Onde você fez sua estréia?

Gastón Rivero. Minhas primeiras experiências quanto profissional foram em Broadway quando o diretor de cinema Buz Luhrmann fez a sua produção de La Bohème. Ele me treinou pessoalmente na área da atuação, e a partir desse momento tive a oportunidade de começar a viver como cantante de ópera.

OE. Alguma lembrança em particular sobre essa experiência?

Gastón Rivero. Bom, tudo era novo para mim. Trabalhar com Baz Lurhmann, conhecido pelo Moulin Rouge, foi maravilhoso. Lembro também que quase sempre tinha algum ator de Hollywood no teatro. Encontrei com Nicole Kidman, Jim Carrey, e tive a grande surpresa de contar no auditório e nos bastidores após minha primeira apresentação, com a presença de Andrew Lloyd Webber.

OE. Voltaria a Broadway?

Gastón Rivero. Não, pertenço ao Teatro de Ópera. Para mim, como cantante de ópera e grande admirador de Caruso, Gigli, Del Monáco, Bergonzi, Carreras, Corelli y Pavarotti é impensado cantar ópera com microfone. É como correr uma maratona de bicicleta. O esforço e a boa técnica são demonstrados nos teatros sem amplificação. É neles que se mostram as coisas fantásticas que a voz humana pode chegar a fazer, claro, se você conta com o presente de Deus e um bom professor.

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Gastón Rivero como Mario Cavaradossi na produção de Tosca de 
Michiel Dijkema – OPER LEIPZIG
@Copyright Andreas Birkigt Photograph

Ópera para todos

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Este ano, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, o  Festival Amazonas de Ópera, volta a oferecer o serviço de audiodescrição e tradução em Libras, para aproximar as pessoas com deficiência a esse grande evento cultural do Estado.

Serão apresentadas 5 óperas com linguagem para pessoas com deficiências visual e auditiva, sendo que quatro serão no Teatro Amazonas: no dia 20 de abril, “Rei Roger” inicia as apresentações; “Um Baile de Máscaras”, no dia 1º de maio; “As Aventuras da Raposa Astuta”, no dia 2 de maio; o aclamado “Parsifal”, no dia 19 de maio, e por fim, “O Morcego”, no dia 26 de maio, no Centro Cultural Largo de São Sebastião.

Além da audiodescrição e tradução em Libras, os espaços onde as óperas serão apresentadas disponibilizam rampas de acesso, banheiros acessíveis e lugares reservados para cadeirantes.

O Festival Amazonas de Ópera é um exemplo de inclusão.

Clique aqui e conheça a programação.


AIDA EM ABRIL NO RIO DE JANEIRO

AIDA EM ABRIL NO RIO DE JANEIRO


Nabucco no Massimo

Dividimos com vocês, de primeira mão, o video official dos melhores momentos da Òpera Nabucco, apresentada entre os dias 22 e 28 de març0 no Teatro Massimo, Palermo – Itália.

Direção: Renato Palumbo. Regie: Saverio Marconi.

No elenco, destaque para o tenor Gastón Rivero no papel de Ismaele e para a soprano Anna Pirozzi no papel de Abigail.

 


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